quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Carta de amor de um quimico
Ouro Preto, zinco de agosto de 1978.
Querida Valência:
Sinto que estrôncio perdidamente apaixonado por
ti.
Ao deitar-me, quando descálcio meus sapatos, mercúrio
no silício da noite, reflito e vejo que sinto sódio.
Então, desesperadamente, chouro.
Sem ti, Valência, minha vida é um inferro. Ao pensar que tudo começou com um arsênio de mão, cloro de vergonha. Sabismuto bem que te amo, embora não o digas, sei que gostas de um tal de Hélio e também do Hidro-Eugênio. De antimônio posso assegurar-te que não sal nenhum érbio e que trabário para viver. Oxigênio cruel tu tens, Valência! Não permetais que eu cometa algo errádio.
Por que me fazer sofrer tanto assim, sabendo que tu és a luz que me alumina? Meu caso é cério, mas não ácido razão para um escândio social.
Eu soube que a Inês contou que te embromo com esse namouro. Manganês, deixa de onda e não acredita niquela disser, pois sabes que nunca agi de modo estanho contigo. Aliás, se não tiveres arranjado outro argôniomento, procura um Avogadro e me metais na cadeia. Lembra-te, porém, que não me sais do pensamento.
Abrácidos comovidros deste que muito te ama.
Sem ti, Valência, minha vida é um inferro. Ao pensar que tudo começou com um arsênio de mão, cloro de vergonha. Sabismuto bem que te amo, embora não o digas, sei que gostas de um tal de Hélio e também do Hidro-Eugênio. De antimônio posso assegurar-te que não sal nenhum érbio e que trabário para viver. Oxigênio cruel tu tens, Valência! Não permetais que eu cometa algo errádio.
Por que me fazer sofrer tanto assim, sabendo que tu és a luz que me alumina? Meu caso é cério, mas não ácido razão para um escândio social.
Eu soube que a Inês contou que te embromo com esse namouro. Manganês, deixa de onda e não acredita niquela disser, pois sabes que nunca agi de modo estanho contigo. Aliás, se não tiveres arranjado outro argôniomento, procura um Avogadro e me metais na cadeia. Lembra-te, porém, que não me sais do pensamento.
Abrácidos comovidros deste que muito te ama.
Magnésio
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
A química inorgânica
é o ramo da química que baseia seus estudos em compostos que não
possuem cadeia carbônica ligada a átomos de hidrogênio.
Sendo dividida em alguns grupos principais: óxidos, sais, bases e ácidos (estes dois
últimos, seguindo a teoria de Arrhenius).
Os óxidos e sais são, por vezes, os alvos principais da química
inorgânica (uma vez que estão presentes em minérios, donde metais são
extraídos). Os ácidos e as bases são, também, bastante pesquisados por
apresentarem ampla serventia industrial e serem indispensáveis no
cotidiano.
Os óxidos sempre são compostos binários (ou combinações deles, como o FeO + Fe2O3 = Fe3O4) formados por oxigênio e outro elemento da tabela que seja menos eletronegativo (o composto OF2, por exemplo, não é um óxido – uma vez que o flúor é o mais eletronegativo).
Podem ser classificados como ácidos (se o cátion for um ametal, como: cloro, fósforo, enxofre, manganês), básicos (se o cátion for metálico: bário, cálcio, magnésio), anfóteros (ligados a semimetais ou metais de transição: ferro, zinco, estanho), ou neutros (óxidos gasosos de nitrogênio ou carbono, por exemplo).
Os óxidos ácidos reagem com bases formando um sal e água, porém se for um óxido misto (ou duplo), forma dois sais; óxidos básicos reagem com ácidos formando também um sal e água; os anfóteros reagem tanto com ácidos quanto com bases; e os neutros não reagem com nenhuma dessas duas espécies químicas.
Um sal é um composto químico que possui ao menos um cátion diferente de H+ e um ânion diferente de OH-. São sólidos (devido à atração eletrostática ser muito forte na ligação iônica) e, em meio aquoso ou fundidos, conduzem corrente elétrica.
Ao contrário dos óxidos, os sais podem ser compostos binários ou não. Assim, a maioria dos ânions orgânicos pode formar sais (como o CH3COONa – acetato de sódio).
São classificados como ácidos (provenientes de uma neutralização parcial de um ácido, como: NaHSO4), básicos (provenientes de uma neutralização parcial de uma base, como: Fe(OH)SO4), ou neutros (provenientes de uma neutralização total, como: NaCl).
(diminuindo o pH) em solução
aquosa, e as bases, OH - (diminuindo o pOH). De
forma que, quantidades estequiometricamente iguais de ácidos e bases de
mesma força neutralizam-se totalmente formando sais e moléculas de água
líquida.
Óxidos
Os óxidos sempre são compostos binários (ou combinações deles, como o FeO + Fe2O3 = Fe3O4) formados por oxigênio e outro elemento da tabela que seja menos eletronegativo (o composto OF2, por exemplo, não é um óxido – uma vez que o flúor é o mais eletronegativo).
Podem ser classificados como ácidos (se o cátion for um ametal, como: cloro, fósforo, enxofre, manganês), básicos (se o cátion for metálico: bário, cálcio, magnésio), anfóteros (ligados a semimetais ou metais de transição: ferro, zinco, estanho), ou neutros (óxidos gasosos de nitrogênio ou carbono, por exemplo).
Os óxidos ácidos reagem com bases formando um sal e água, porém se for um óxido misto (ou duplo), forma dois sais; óxidos básicos reagem com ácidos formando também um sal e água; os anfóteros reagem tanto com ácidos quanto com bases; e os neutros não reagem com nenhuma dessas duas espécies químicas.
Sais
Um sal é um composto químico que possui ao menos um cátion diferente de H+ e um ânion diferente de OH-. São sólidos (devido à atração eletrostática ser muito forte na ligação iônica) e, em meio aquoso ou fundidos, conduzem corrente elétrica.
Ao contrário dos óxidos, os sais podem ser compostos binários ou não. Assim, a maioria dos ânions orgânicos pode formar sais (como o CH3COONa – acetato de sódio).
São classificados como ácidos (provenientes de uma neutralização parcial de um ácido, como: NaHSO4), básicos (provenientes de uma neutralização parcial de uma base, como: Fe(OH)SO4), ou neutros (provenientes de uma neutralização total, como: NaCl).
Ácidos e Bases
Segundo a Teoria de Arrhenius, os ácidos são substâncias que liberam íons H+
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